quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Escola não é lugar para celular!!!


O Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro nos termos do art. 79, § 7.°, da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro, de 5 de abril de 1990, não exercida a disposição do § 5.° do artigo acima, promulga a Lei n.° 4.734, de 4 de janeiro de 2008, oriunda do Projeto de Lei n.° 1107, de 2007, de autoria da Senhora Vereadora Pastora Márcia Teixeira
LEI n.° 4.734, de 04 de janeiro de 2008 Proíbe a utilização de telefone celular e outros em sala de aula.
Art. 1.° Fica proibido o uso de telefone celular, games, ipod, mp3, equipamento eletrônico e similar em sala de aula.
Parágrafo único. Quando a aula for aplicada fora da sala específica, aplica-se o princípio desta Lei.
Art. 2.° Fica compreendida como sala de aula todas as instituições de ensino, fundamental, médio
e superior.
Art. 3.° Deverá ser fixado em local de acesso e nas dependências da instituição educacional, nas
salas de aula e nos locais onde ocorrem aulas, placas indicando a proibição.
Parágrafo único. Na placa deverá constar o seguinte:
“É PROIBIDO O USO DE APARELHO CELULAR E EQUIPAMENTO ELETRÔNICO DURANTE AS AULAS – LEI n.° 4.734, de 4 de janeiro de 2008”
Art. 4.° Em caso de menor de idade, deverão os pais serem comunicados pela direção do
estabelecimento de ensino.
Art. 5.° Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Câmara Municipal do Rio de Janeiro, em 04 de janeiro de 2008
Vereador ALOISIO FREITAS
D.O.RIO de 22.01.2008

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O que realmente importa!!!

"E se a tempestade não passar... aprenda a dançar na chuva!"

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Um homem que marcou a história

video

É possível contar um monte de mentiras só contando verdades.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Salário do professor no Brasil é o 3º pior do mundo

O professor brasileiro de primário é um dos que mais sofre com os baixos salários.
É o que mostra pesquisa feita em 40 países pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) divulgada ontem, em Genebra, na Suíça. A situação dos brasileiros só não é pior do que a dos professores do Peru e da Indonésia.
Um brasileiro em início de carreira, segundo a pesquisa, recebe em média menos de US$ 5 mil por ano para dar aulas. Isso porque o valor foi calculado incluindo os professores da rede privada de ensino, que ganham bem mais do que os professores das escolas públicas. Além disso, o valor foi estipulado antes da recente desvalorização do real diante do dólar. Hoje, esse resultado seria ainda pior, pelo menos em relação à moeda americana.

Na Alemanha, um professor com a mesma
experiência de um brasileiro, ganha, em média, US$ 30 mil por ano, mais de seis vezes a renda no Brasil. No topo da carreira e após mais de 15 anos de ensino, um professor brasileiro pode chegar a ganhar US$ 10 mil por ano. Em Portugal, o salário anual chega a US$ 50 mil, equivalente aos salários pagos aos suíços. Na Coréia, os professores primários ganham seis vezes o que ganha um brasileiro.
Com os baixos salários oferecidos no Brasil, poucos
jovens acabam seguindo a carreira. Outro problema é que professores com alto nível de educação acabam deixando a profissão em busca de melhores salários.
O estudo mostra que, no País, apenas 21,6% dos professores primários têm diploma universitário, contra 94% no Chile. Nas Filipinas, todos os professores são obrigados a passar por uma universidade antes de dar aulas.

A OIT e a Unesco dizem que o Brasil é um dos países com o maior número de
alunos por classe, o que prejudica o ensino. Segundo o estudo, existem mais de 29 alunos por professor no Brasil, enquanto na Dinamarca, por exemplo, a relação é de um para dez.
Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o salário médio do docente
do ensino fundamental em início de carreira no Brasil é o terceiro mais baixo do mundo, no universo de 38 países desenvolvidos e em desenvolvimento. O salário anual médio de um professor na Indonésia é US$ 1.624, no Peru US$ 4.752 e no Brasil, US$ 4.818, o equivalente a R$ 11 mil. A Argentina, por sua vez, paga US$ 9.857 por ano aos professores, cerca de R$ 22 mil, exatamente o dobro. Por que há tanta diferença?

Fonte: Jornal do Commercio - Rio de Janeiro

Universia Brasil
Em abril de 2007 saiu uma pesquisa nacional com o mesmo tema na Revista Nova Escola.
Piso salarial dos professores nos Municípios
.
Aracaju - 951,63 (40 horas)
Belém - 989,18 (30 horas)
Belo Horizonte - 1.158,00 (22,5 horas)
Cuiabá - 900,00 (20 horas – com curso superior)
Curitiba - 686,00 (20 horas)
Florianópolis - 1.792,08 (40h– concursado) 1.354,64 (40h não concursado)
Fortaleza - 533,06 (20 horas)
Goiânia - 646,69 (30 horas)
Maceió - 777,71 (20 horas com curso superior)
Manaus - 816,00 (20 horas)
Natal - 771,20 (20 horas)
Palmas - 1.019,00 (20 horas)
Recife - 785,90 (20 horas com licenciatura
)
Rio de Janeiro - 918,53 (22 horas)
São Luis - 814,00 (24 horas)
São Paulo - 950,00 (20 horas)
Teresina - 535,54 (40 horas)
Vitória - 1.168,44 (40 horas)
*em reais.
As secretarias de Educação dos municípios de Boa Vista, Campo Grande, João Pessoa, Macapá, Porto Alegre, Porto Velho, Salvador e Rio Branco não enviaram os dados sobre o piso salarial solicitado pela reportagem.

Piso salarial dos professores nos Estados.

Acre - 616,00 (30 horas)
Alagoas - 1.015,00 (20 horas com curso superior)
Amazonas - 816,00 (20 horas)
Bahia - 648,79 (20 horas)
Ceará - 1.072,58 (40 horas)
Distrito Federal - 845,27 (20 horas)
Espírito Santos - 519,34 (25 horas)
Mato Grosso 1.084,97 (30 horas com curso superior)
Mato Grosso do Sul - 1.629,20 (40 horas com curso superior)
Minas Gerais - 478,65 (24 horas com curso superior)
Paraíba - 613,64 (25 horas)
Paraná - 665,23 (20 horas)
Pernambuco - 462,00 (30 horas + 60% gratificação do magistério)
Piauí - 915,10 (40 horas)
Rio de Janeiro - 862,00 (40 horas)
Rio Grande do Sul - 414,20 (20 horas)
São Paulo - 1.144,39 (30 horas com gratificação)
Sergipe - 819,01 (40 horas com curso superior)
Tocantins - 2.020,00 (40 horas concursados – 1.206 (40 horas não concursados)
*em reais.

As secretarias de Educação dos estados do Amapá, Goiás, Maranhão, Pará, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Santa Catarina não enviaram os dados sobre o piso salarial solicitado pela reportagem.

Fonte:

http://www.raquelrfc.com