terça-feira, 24 de agosto de 2010

Professor MODERNO ou ESGOTADO?!!!

E ainda tem gente que acha graça!!!

EDUCAÇÃO ONTEM E HOJE

EDUCAÇÃO ONTEM E HOJE

Há pessoas que não gostam quando falamos do passado comparando-o com os fatos do presente, mas sabemos da importância da história como base para tirarmos exemplos que são benéficos a nossa contemporização.
Lembro que na época de estudante do ensino primário e secundarista, dos anos setenta aos anos oitenta, a educação era uma atividade dinâmica dentro da sociedade e a escola uma instituição respeitadíssima. A escola e os professores eram respeitados em qualquer debate ou assuntos referentes aos dois e o governo investia consideravelmente no setor educacional.
Creio que os alunos da escola atual ficariam com inveja se soubessem que nas décadas passadas nós tínhamos quatro meses de férias, isso mesmo, quatro meses; julho, dezembro janeiro e fevereiro tanto nas escolas particulares como nas públicas e o ensino tinha qualidade. A escola publica era eficiente igualmente às escolas particulares. O nível de ensino poderia ser igual ou superior às escolas particulares. As filas eram enormes para se conseguir uma matrícula nas escolas públicas, as particulares não eram procuradas por ser paga, mas porque as públicas tinham a mesma qualidade de ensino ou sem medo de errar uma qualidade bem superior. As escolas particulares tinham como clientes somente os ricaços, a elite abastada.
Os programas que hoje mantém as escolas públicas são muito parecidos com os de antigamente, inclusive sempre existiu merenda escolar, só que de outras formas, com outro nome. Ontem como hoje os recursos existem são suficientes para manter as escolas publicas.
Podem acreditar estudei numa escola pública que tinha ônibus do governo do estado para transporte de alunos, duas Kombi’s Perua, uma para a direção e outra transportavam professores e funcionários de suas casa para a escola, recursos materiais em abundancia, sobravam resmas de oficio. As avaliações todas mimeografadas, o dinheiro corria frouxo nas escolas. Podiam cobrar uma taxa simbólica dos alunos, tanto para o bolso da farda como das provas e ainda uma contribuição para o caixa escola. Nas competições estudantis competíamos com as mesmas condições de material esportivo como bolas oficiais e em quantidade satisfatória para treinar as modalidades existentes, ternos esportivos completos e pasmem a escola publica era a única que tinha ginásio coberto e polivalente, uma das quadras mais procuradas de nossa cidade.
Nossos professores tinham status de autoridades. Ai de quem desrespeitasse um professor. Expulsão na certa da escola e a transferência constava a infração do aluno exemplificando o ato para quando chegar na outra escola sabe qual o motivo, caso fosse agressão ao professor geralmente esse aluno não era aceito. Geralmente só aceitavam esse tipo de alunos as escolas particulares. Os inversos de hoje, tudo que é aluno indisciplinado jogam para a rede publica de ensino.
Não vou fazer mais inveja aos que lêem esse texto, porem é tudo verdade, vivíamos no céu e não sabíamos.
Hoje é um Deus nos acuda, a escola publica é de fazer vergonha aos que precisam dela. Quem viveu no passado a educação e vive a realidade de hoje fica realmente horrorizado com o que vê. Escolas sucateadas, professores desvalorizados, submissos, despreparados, o clientelismo político determina o funcionamento da escola e comanda direção e professores, corrupção profunda sendo aceita pela comunidade escolar, viram o rosto esquivando-se da responsabilidade social para combater esse mal. Violência, impunidade, trafico de drogas, assaltos constante ao patrimônio escolar fazem parte do nosso cotidiano. Ninguém fiscaliza ou toma providencias sérias com fiscalização, investigação e punição dos culpados.
Quem perde e quem ganha com isso? Perdem todos que precisam de uma educação de qualidade para se preparar para a vida e ganham os Corruptos, políticos irresponsáveis, caloteiros, traficantes, ladrões e tudo que é cafajeste tirando o direito a uma educação digna para os menos favorecidos financeiramente. Tudo é de propósito e orquestrado pelos corruptos e aceito por todos, uma lastima.
Talvez sejam estes que não querem saber de como funcionava a escola antigamente, para a juventude atual não saber e se revoltem com a porqueira que estão recebendo como educação.
Um aluno na década de sessenta quando terminava o colegial que hoje corresponde ao ensino médio tinha conhecimentos suficientes para se torna um professor e hoje chegam vergonhosamente a concluir o ensino médio como semi-analfabetos. São poucos os que superam dando exemplos de perseverança.
William Pereira da Silva

TEM OLHOS E NÃO VÊEM, TEM OUVIDOS E NÃO OUVEM.

O que será do nosso FUTURO?



sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Aprenda a fazer malabarismo com Bolas...






Agora é só treinar... rs*

Diversos tipos de Malabares



Bolas
As bolas, por sua forma esférica, são os brinquedos mais fáceis para aprender malabarismo. Elas podem ser feitas de diversos materiais, como: silicone, gel, borracha, tecido, esponja, vidro, entre outros.
É a base dos malabares, porque se você consegue fazer malabarismos com as bolas, vai poder com qualquer outro.
Dizem que os egipcios faziam malabarismos com pequenas rochas redondas, e os bufões ou juglares medievais faziam com frutas, que depois de amassá-las as davam de presente aos reis.
Claves
As claves são um dos brinquedos mais difíceis de jogar. É o preferido pelos malabaristas, já que precisa mais destreza e habilidade motora. É quase sempre o 2° aparelho em aprender a jogar, depois das bolas, claro.
Existe uma grande gama de modelos no mercado. Variam em peso, forma, material e tamanho.
Uma variação de fogo são as chamadas "tochas", que não queimam Mas é óbvio que se você colocar na pele por um tempo prolongado vai ferir, mas fazendo malabarismo é muito dificil segurar a tocha mais de 1 segundo pela parte de fogo.
Devils
Estes aparelhos foram usados como armas por tribos africanas para caçarem e se defenderem.
O
devil stick consta de três partes: duas baquetas e uma madeira mais comprida, que atua como centro de gravidade sendo equilibrada pelas duas baquetas. Existem variaos tipos que variam em seu peso e material.


Bastões
O bastão é muito fácil de usar. É como pegar um cabo de vassoura e girar imitando os samurais. Os modelos também variam de acordo com o peso, material e tamanho.
Ambos podem ser usados com fogo em suas extremidades.
Swing ou Poi
Basicamente são dois pedaços de corda ou corrente com peso em uma das pontas, que balançam e giram ao redor do
próprio corpo em movimentos controlados.
Este jogo ou dança começou como rituais indígenas ou como brinquedo de elite chinesa de 1000 anos atrás, e acabou virando Disciplina Olímpica nas suas formas mais avançadas e é um dos malabares mais fáceis de aprender e bonitos de ver e apresentar.
“Poi” é a palavra Maori para
bola. O poi foi usado, muitos anos atrás, pelos indígenas Maori da Nova Zelândia para melhorar a flexibilidade, a força nas mãos e para melhorar a coordenação motora.
As mulheres (wahine) dançam a Maori Poi até hoje na N. Zelândia com bolas unidas às cordas nas mãos, girando ritmicamente.
Originalmente foi usado pelas mulheres maiories para manter suas mãos flexíveis para tecer; e pelos homens para manter força e coordenação requeridas durante a batalha ou caça.
Mas dizem que o swing foi criado primeiro no Japão e China, há uns 1000 anos atrás para as crianças da nobreza. As verdadeiras origens não são conhecidas mas diz-se que as danças "Temari" eram ensinadas somente às crianças nobres para preservar certas tradições. Se os Maori viajaram o Anel do Pacífico todo, é capaz mesmo que tenham aprendido no antigo Japão e então adaptado o conceito à suas danças e costumes.
Diábolo
É bastante difícil saber com precisão quando o diábolo foi inventado. Não obstante, os historiadores concordaram que na China o jogo do diábolo é praticado há mais de 2.000 anos. Durante a dinastia Han (206 AC), o diábolo era denominado "Kouen-gen" o que significa "fazer assobiar o bambu vazío". De fato, na China, os diábolos ainda hoje se fazem de bambu, com buracos aos lados para faze-los assobiar enquanto rodam.
Os missioneiros franceses e ingleses e enviados políticos e diplomáticos, foram os que levaram à Europa estes estranhos objetos, denominados por um desconhecido erudito "DIABALLO" (da raiz grega "día" que significa "a través de", e "ballo" que significa "lançar").
Na França, o diábolo foi muito bem acolhido e considerado um jogo tão competitivo como o "jeu de paume" (peteca) . O jogo do díabolo chegou a estar muito na moda; inclusive na Corte de Napoleão I, parece que brincavam com diábolos feitos de madeira maciça.
Em 1906, um inventor francês, Gustave Phillipart, apresentou um diábolo feito com duas taças de metal e as bordas protegidas com borracha de pneus velhos. "O diábolo moderno tinha sido inventado". Logo, houve uma verdadeira loucura na França e na Inglaterra. Numerosos escritos, narrações e cartões postais mostram que jogava-se com o diábolo por todas partes e por quase todas as classes sociais. Com a primeira Guerra Mundial chegou o segundo eclipse do jogo.
Mais tarde, o diábolo só aparecerá nos cenarios dos teatros. Já em 1980, graças ao uso da tecnologia moderna, aos materiais, e à pesquisa e precisão dos fabricantes, começou uma nova era para o jogo do diábolo, o que permitiu que cada vez mais e mais malabaristas e aficionados fizessem coisas extraordinarias com 1, 2 ou 3 destes estranhos e belos objetos voadores.
No ínicio do século, o artista alemão McSouvereign obteve o título oficial de "rei do díabolo" até 1947. A partir daí, muitos artistas se aproveitaram das vantagens da tecnologia moderna e do progresso ao que se chegou na fabricação de diábolos mais duradouros, o qual transformou este jogo num arte espetacular.
Argolas
Este equipamento também é muito comum entre os malabaristas. Por sua forma circular é muito fácil de manipular. São baratos, e suas cores são muito chamativas, o ruim é que são plásticas e quebram com facilidade, por isso precisam de cuidado especial no uso.

MALABARISMO!!!


Diversas são as formas de trabalhar o corpo, fortalecer o físico e desenvolver a mente para ganhar mais saúde e qualidade de vida. Mas poucas se comparam em beleza, diversão e poder de transformação quanto à arte esportiva dos malabares. Malabarismo significa manipular objetos com criatividade, destreza e harmonia. Uma arte símbolo da grandeza que é o homem no domínio completo das faculdades do próprio corpo.
Segundo a lenda, o malabarismo surgiu numa ilha chamada Malabar. Lá os jovens deviam exibir suas habilidades com os malabares num ritual que celebrava a entrada na maioridade. Segundo a história, o malabarismo tem raízes mais antigas do que muitos esportes mais populares. Registros indicam que é uma arte praticada há milhares de anos.
No Egito existem inscrições funerárias datadas de dois mil anos atrás fazendo referência aos malabares. Na tumba de um faraó conhecido como Beni Hassan foram encontrados uma série de desenhos de uma malabarista realizando acrobacias jogos com seu repertório de bolas. Existem documentos chineses, egípcios, bizantinos, gregos e romanos que mostram desenhos contendo comprovações de que o malabarismo é um velho conhecido da humanidade.
Quanto aos tipos de malabarismo, existem muitos. Mas em geral, a essência é a mesma. Consiste em manter objetos no ar, lançando e executando manobras e truques. Também existem malabarismos onde só se manipulam objetos em contato com o corpo.
Os malabares de lançamento mais comuns são as bolinhas, que normalmente são apresentadas em trio. Praticantes mais experientes utilizam cinco ou até dez. O recorde registrado foi de treze bolinhas em cascata.
Outro malabares conhecido é o de claves, que possibilita a execução com aparelhos como tochas, em apresentações ao ar livre.
As argolas também são bem utilizadas.
Além destes, há o swing poi, espécie de cabos com fitas na ponta para fazer movimentos espirais e circulares ao redor do corpo.
O diabolô é outro, se assemelha a um carretel que gira sobre uma corda amarrada em duas varetas, cada uma firmada a uma mão do malabarista.
Outro malabares é o bastão, muito usado por escolas de artes marciais.
Flags, que são como bandeiras de tecido, sticks, mini-bastões auxiliados por duas varetas, e bolas de contato, esferas para manuseio e equilíbrio pelo corpo, também são outros malabares conhecidos pelos praticantes.
A prática do malabarismo aumenta a flexibilidade, a força e a coordenação motora. Os exercícios com malabares ajudam a ativar os dois lados do cérebro, o criativo e o racional. Trabalham diretamente com a concentração, a atenção, a lateralidade, a respiração e os reflexos. O malabarismo introduz o praticante em uma busca pela respiração saudável e o ritmo.
Os malabares podem ser associados a várias técnicas terapêuticas com o objetivo de trabalhar diferentes áreas do organismo de forma lúdica. Ajudam a desenvolver a perseverança e a ganhar autoconfiança, influenciando no processo de cura de diversas enfermidades. É indicado para crianças com dificuldades de concentração, problemas para ler ou aprender. Também é recomendado no tratamento de doenças psíquicas, anorexia, bulimia e obesidade.
Pessoas excepcionais, deficientes físicos, alcoólatras, e outros dependentes químicos, também podem ser beneficiados com os exercícios de malabares. Assim como pacientes com senilidade, artrites e problemas causados por acidentes vasculares no cérebro.
Praticar ou recomendar a prática dos malabares é expandir o leque de atividades promotoras do saudável. Seus exercícios ajudam no processo de conscientização dos movimentos corporais e no autoconhecimento. São comprovadamente uma escola para aprender a ver e a observar a vida, com cada vez mais clareza, atenção e controle.

Não têm contra-indicações e são recomendados para todas as idades. Mais que uma opção para complementar o tratamento de diferentes patologias, os malabares são uma alternativa acessível e divertida para o desenvolvimento global do homem.

Origem e História do Malabarismo



A arte do malabarismo tem desafiado amadores e profissionais desde os tempos antigos



Relatos históricos informam que as atividades do malabarismo iniciaram-se por volta de 4000 a.C.. Em expedições arqueológicas realizadas no antigo Egito (na época do Reino Médio – entre 2040 e 1795 a.C.), na região de Beni-Hassan à leste do Nilo, conhecida por abrigar extraordinárias tumbas, os cientistas encontraram registros nas paredes da prática do malabarismo, desenhos egípcios de dançarinas fazendo alusão de lançar objetos para o ar, objetos semelhantes às bolinhas.
MALABARISTA segundo o dicionário Houaiss:
Datação sXX
Acepções
■ adjetivo e substantivo de dois gêneros:
1 que ou aquele que, para divertir o público e ganhar a vida, exibe extrema habilidade e destreza de movimentos de corpo, esp. com jogos que consistem em agarrar objetos atirados ao ar
2 Derivação: sentido figurado.
que ou aquele que se revela hábil para controlar situações difíceis ou adversas


Etimologia:


malabar + -ista

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Há relatos de malabarismo na India, China, Japão, Irã, na civilização Asteca e na América Indígena. Muitas dessas práticas são associadas a rituais religiosos, estando presentes também entre as habilidades dos Xamãs.
Outras evidências sobre a história do malabarismo podem ser encontradas no Museu Real de Mântua (Mantova), comunidade italiana na região da Lombardia onde encontra-se exposta uma escultura representando um malabarista popular mantendo 7 bolas em movimento.
Também há uma escultura em cerâmica do séc II a.C., no Museu Staatliche em Berlim, que retrata um homem enquanto realiza um complexo exercício de equilíbrio com três bolas.


ambém há uma escultura em cerâmica do séc II a.C., no Museu Staatliche em Berlim, que retrata um homem enquanto realiza um complexo exercício de equilíbrio com três bolas.

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Outras referências aos malabaristas aparecem nos manuscritos medievais Celtas e Anglo-Saxônicos.


Outras fontes afirmam que no “Talmud”(1) há relatos de um rabino que fez malabarismo com 8 tochas de fogo acesas lançadas ao ar simultaneamente, sem encostar uma na outra.

A história “Tain Bo Cuailnge” (considerada a obra mestra da época da literatura irlandesa antiga) descreve um guerreiro Irlandês do séc V d.C. lançando ao ar 9 maçãs. Alguns séculos depois, relatos escritos em língua antiga irlandesa (“The Destruction of Da Derga's Hostel”), conta que Tulchinne, o bufão real do Rei Conaire, costumava jogar 9 espadas, 9 escudos de prata e 9 bolas de ouro.


O número de objetos lançados, a que fazem referência os escritos históricos, é improvável mas não impossível. É extremamente difícil para não malabaristas (e às vezes para malabaristas também) contar mais que 5 objetos sendo lançados simultaneamente, talvez por isso tenham exagerado nos números para engrandecer a história. Antigos desenhos são mais realistas e mostram que, raramente, mais de 6 objetos são lançados ao ar. Atualmente os recordes malabarísticos são: 13 aros, 12 bolas e 9 claves (2).
Outros documentos relatam Pierre Gringoire (3) (1475-1538) como sendo o ‘Rei dos Malabaristas’. Em 1528 o imperador Hindustan descreveu malabaristas utilizando aros de madeira. No mesmo ano, Christoph Weiditz (4) criou desenhos de Astecas malabaristas. Em 1680, o governo de Nuremberg promoveu um “ball-master” onde participavam malabaristas apresentando suas habilidades e ensinando a técnica do malabarismo a outros.

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Mais evidências são datadas do período entre 1800 e 1900, descrevendo indígenas das ilhas do pacífico e nativos das américas realizando lançamento de frutas para o ar como limão, abóbora e castanhas.
Enquanto muitos historiadores descrevem os malabaristas da idade média como sendo homens, os primeiros escritos de malabaristas no Egito, Grécia e Ilhas do Pacífico trazem também mulheres malabaristas. Mais tarde na Europa, e mais recentemente, malabaristas de circo e vaudeville são predominantemente, mas não exclusivamente, homens.
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Existe uma famosa lenda, uma história de ficção sobre um malabarista da época medieval que ficou conhecido como "The Juggler of Notre Dame” ou "The Juggler of our Lady”. A história tem muitas variantes e foi transformada em livro, peça de teatro e inclusive em uma ópera, e conta que, na época do Natal, houve um grande terremoto que destruiu a catedral de Notre Dame. Depois da reconstrução do local, inclusive da nova estátua de Virgem Maria segurando o bebê Jesus, os parisienses prepararam-se para a missa da meia noite, em que ofereceriam presentes à Virgem Maria. Havia um malabarista pobre que, não tendo nada a oferecer, viu entre os presentes bolas, argolas e botões. Sem poder presentear a Virgem, começou a praticar o malabarismo em frente à estátua, oferecendo sua habilidade à Virgem Maria. É quando o milagre acontece e a estátua ganha vida, sorri para o malabarista e lhe oferece uma rosa.
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Durante o século XIX, o malabarismo tornou-se um entretenimento especializado. Muitos dos malabaristas profissionais foram memoráveis. O grande malabarista Paul Spadoni entrou na arena do circo vestido como um romano e dirigindo uma charrete. Depois de mandar embora os cavalos, ele equilibrou a pesada charrete em sua cabeça. Já o equestre malabarista Briatori jogou sete bolas enquanto permanecia sobre um cavalo em movimento.
Muitos modernos malabaristas do século XIX combinam acrobacia, equilíbrio e sua habilidade mestra em manipular objetos.
Uma importante consideração é que o malabarismo pode ser realizado para si próprio. A destreza do malabarismo é uma atividade completa para se auto-testar e se auto-superar, e onde o conhecimento é a recompensa e o critério para a excelência largamente objetivada.
Além de ser uma atividade extremamente cooperativa, melhora a coordenação ocular, desenvolve a habilidade de jogar e pegar objetos, amplia os reflexos, altera a percepção do tempo, do ritmo e melhora o equilíbrio, desenvolve a concentração e o foco, aumenta a auto-confiança, a elegância de movimentos e a presença de palco.


"Deixa eu brincar de ser feliz,

Deixa eu pintar o meu nariz ...
Los Hermanos

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Só leva pedrada...

Só leva pedrada árvore que dá frutos.

As árvores frondosas sempre chamam mais atenção, por isso elas estão à mercê de diversas formas de tratamentos, pois nesse mundo existem pessoas de todos os tipos e, infelizmente muitas não conseguem fazer com que suas as árvores frutifiquem, tanto quanto a do outro, pois não fertiliza o seu solo como deveria, não tem o cuidado exigido, não consegue perceber ou estudar a possibilidade daquele terreno ser mais próspero e, às vezes por não saber como é ter uma árvore formosa dessa em seu território, acaba machucando-a com pedras e até com outros objetos, a que pertence aos outros.
E ainda existem aqueles que não conseguem perceber a beleza e quantidade de frutos existentes em suas árvores por estar tempo demais observando a do outro.
Há pessoas que na incapacidade de plantar as suas próprias árvores, atiram pedras para comer os frutos da árvore do vizinho. Quando atiram as pedras, os frutos caem e os autores das pedradas comem-nos, felizes, porque não tiveram que plantar nem cultivar uma árvore e esperar dois a três anos para colher os frutos. Percebem que a pedrada é um método fácil e rápido de gratificação e assim andam pela surdina, de árvore em árvore a atirar as suas pedras à criatividade alheia e a usufruírem das vitaminas dos frutos dos outros.
Como este é um comportamento típico de pessoas que atuam por instinto e de forma imediatista, os autores das pedradas nem sequer sabem que cada árvore que apedrejam vai produzir novos frutos, provavelmente mais doces e suculentos do que no apedrejamento anterior.
Estas pessoas mal formadas só sabem uma coisa: o seu sucesso depende exclusivamente de atirar pedras às árvores alheias. Às vezes, as mangas ainda estão verdes, mas eles disparam só pelo prazer de atirar as pedras.
Como têm dificuldade em pensar, nunca saberão que ganhavam muito mais se plantassem a sua própria árvore a partir de uma semente, para ao fim de alguns anos colherem os frutos na época própria.
Pelo contrário, preferem continuar a atirar as pedras, por vezes sem direção. Correm o risco de, por engano, um dia errarem o alvo e partirem os vidros da sua própria casa. Mas correm riscos mais graves: na ânsia de abanarem a árvore do vizinho, podem cair do muro sobre o qual se colocam para atirar as pedradas e esconder a mão.
Enquanto isso, os bons vizinhos que plantaram a primeira árvore, com a sua iniciativa e força de vontade, vão plantar a segunda e a terceira árvore, até terem um pomar de sucesso e reconhecimento, repleto de árvores com suculentos frutos.
A maior parte das vezes, os construtores de pomares, focados no seu trabalho e no lado positivo da vida, nem sequer chegam a perceber que alguém esteve a atirar pedras às suas árvores à surdina e a comer alguns dos seus belos frutos.
Seja no trabalho, na vida pessoal, quanto maior for o seu resultado naquilo que você faz, maior será a critica, nem sempre construtiva.
Isso só prova que estamos dando frutos e BONS frutos... consequência do bom trabalho.
Acontece que o maior interesse das pessoas que jogam pedras contra essas árvores é para derrubar os seus frutos; é claro que quanto mais carregada ela estiver possivelmente mais pedradas ela levará.
Acredito que os mais sábios percebem o valor dessa árvore no nosso meio e preferem retirar o fruto de uma forma que não a ofenda ou a machuque e tenta cultivá-la em seu jardim ou nos bosques da vida.
Quanto mais árvores frondosas existir, mais belo se torna esse mundo em que vivemos: alimentando, alegrando, aprendendo, acolhendo, refrescando...

Não apenas uma ou duas vezes eu pude presenciar pessoas atirando pedras em árvores com frutas.