sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Realidade de uma sala de aula!!! rs

"Imaginar é mais importante do que saber, pois o conhecimento é limitado, enquanto a imaginação abarca o universo".
Albert Einstein

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Um pouco de História....


Por carta régia de 20/11/1800, foi estabelecida no Rio de Janeiro, a Aula Pública de Desenho e Figura, sendo esta a primeira medida concreta para a difusão e a fixação da arte através de seu ensino sistemático. Antes disso foram ministrados pelas instituições religiosas nos primórdios de nossa existência, apenas o ensino elementar, sempre de ordem prática, e os conhecimentos de desenho arquitetônico e de engenharia necessários á atividade militar.

O Decreto de 12/08/1816 criando a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios implantou no Brasil a educação artística em caráter oficial. Em 05/11/1826 configurou-se a instalação definitiva da Academia Imperial das Belas Artes - como ficou conhecida a Escola Real - instituindo-se um sistema de ensino artístico que iria moldar de forma singular o desenvolvimento da arte brasileira. A partir de 08/11/1890, a antiga Academia Imperial foi transformada na Escola Nacional de Belas Antes. Em 1931, a Escola passou a integrar a Universidade do Rio de Janeiro e, em 1937, a Universidade do Brasil. Em 1965 passou a se chamar Escola de Belas Artes incorporando-se a Universidade Federal do Rio de Janeiro, constituindo-se através dos anos num verdadeiro organismo cultural, centro universitário e inovador que se dedica a renovar a cultura artística da época e desenvolver, de forma integral a harmoniosa, a capacidade e a criatividade dos seus alunos.

A Escola de Belas Artes foi fundada oficialmente em 1816 e já foi chamada por diversos nomes, tais como: Escola Real (sob orientação da Missão artística Francesa), Academia Imperial das Belas Artes, Escola Nacional de Belas Artes, Escola de Belas Artes (em 1965 quando passou a fazer parte da UFRJ).
Desde sua fundação, a escola constitui um dos mais importantes organismos culturais deste país, e por suas salas de aula passaram nomes como: Abelardo Zaluar, Adriano de Aquino, Anna Maria Maiolino, Ascânio MMM, Cândido Portinari, Carlos Bastos, Cícero Dias, Eugênio Proença Sigaud, Fernando Barata, Franz Weissmann, Lygia Pape, Glauco Rodrigues, Hélio Seelinger, Ivald Granato, Jorge Duarte, Maria do Carmo Secco, Newton Cavalcanti, Roberto Magalhães, Rubens Gerchman, Oscar Niemeyer, Rosa Magalhaes e outros.